Avança Hospital Canindé Portfólio Técnico Institucional
Município de Canindé de São Francisco - SE Secretaria Municipal de Saúde Hospital Municipal Haydée Carvalho Leite Santos

Canindé de São Francisco - SE | Rede Municipal de Saúde

Portfólio Técnico Institucional

Reorganização da Rede Municipal de Saúde de Canindé de São Francisco - SE

Projeto Avança Hospital Canindé

Organização, governança, segurança do paciente, sustentabilidade financeira, captação de recursos e fortalecimento da rede municipal de saúde.

Sobre o Projeto

Reorganização institucional com base técnica, assistencial e financeira

O Projeto Avança Hospital Canindé consolida diagnóstico, protocolos, indicadores, sustentabilidade financeira e uma nova agenda de captação de recursos vinculada ao turismo seguro em saúde.

Governança

Comando técnico, responsabilidades definidas e decisão baseada em evidências.

Segurança do Paciente

Protocolos, classificação de risco, observação segura e estabilização.

Produção SUS

Registros qualificados, CNES, AIH/SIHD, BPA, faturamento e redução de glosas.

Captação

Carteira de projetos financiáveis, emendas, convênios, parcerias e fontes estruturantes.

Estrutura do Portfólio

Volumes técnicos integrados

Conteúdo organizado para leitura executiva, validação institucional e implantação progressiva.

I

Memorial Técnico de Reorganização Hospitalar

Diagnóstico situacional, eixos estratégicos, indicadores, matriz de riscos e resultados esperados.

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II

Dossiê Técnico de Produção SUS e Financiamento MAC

CNES, produção SUS, Teto MAC, regra 7102, AIH/SIHD e Atenção Primária.

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III

Estudo Preliminar de Sustentabilidade Financeira

Custo hospitalar, orçamento da saúde, Teto MAC e risco de concentração orçamentária.

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IV

Protocolos Operacionais Assistenciais

Classificação de risco, observação clínica, pediátrica, obstétrica e sala de estabilização.

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Volume I

Memorial Técnico de Reorganização Hospitalar

Organiza o diagnóstico institucional e traduz os achados em prioridades de governança, fluxo, registro e segurança assistencial.

Resumo Executivo

Reorganização orientada por evidências, rastreabilidade da produção, governança e adequação aos sistemas oficiais.

Diagnóstico Situacional

Fragilidades em fluxos, registros, integração entre setores, faturamento e documentação assistencial.

Eixos Estratégicos

  • Governança clínica e administrativa.
  • Registros assistenciais qualificados.
  • Faturamento SUS fortalecido.
  • Protocolos prioritários.

Matriz de Riscos

Riscos assistenciais, regulatórios, financeiros e operacionais com medidas de mitigação.

Resultados Esperados

Maior controle institucional, redução de inconsistências, protocolos ativos e base técnica para decisão pública.

Diretriz

Implantação progressiva, com comando inicial, diagnóstico, fluxos, protocolos, indicadores e informatização.

Volume II

Dossiê Técnico de Produção SUS e Financiamento MAC

Apresenta achados estratégicos sobre CNES, produção SUS, Teto MAC, regra 7102, AIH/SIHD e Atenção Primária.

CNESBase cadastral para serviços, equipes, leitos, habilitações e capacidade instalada.
Produção SUSO cuidado efetivamente realizado deve aparecer nos registros e sistemas oficiais.
Teto MACControle técnico para reduzir subregistro e baixa visibilidade da demanda real.
Regra 7102Análise de produção, permanência, observação, elegibilidade e comprovação documental.
AIH/SIHDInternações, observações prolongadas e transferências com critério técnico e fluxo validado.
Atenção PrimáriaIntegração para qualificar referência, contrarreferência e continuidade do cuidado.
Mensagem Central Se o hospital atende, consome insumos, ocupa equipe, usa leitos, realiza exames, mantém pacientes em observação e regula transferências, essa produção precisa aparecer nos sistemas oficiais.

Volume III

Estudo Preliminar de Sustentabilidade Financeira

Analisa custo hospitalar, orçamento da saúde, Teto MAC e risco de concentração orçamentária.

Análise de Custo Hospitalar

Centro de custos, controle de insumos, dimensionamento de equipes e vínculo com produção faturável.

Orçamento da Saúde e Teto MAC

Compatibilidade entre demanda real, produção registrada, recursos federais e capacidade municipal.

Risco de Concentração

Monitoramento mensal, pactuação técnica e estratégia para reduzir pressão sobre o tesouro municipal.

Volume IV

Protocolos Operacionais Assistenciais

Estrutura os fluxos prioritários para acolhimento, observação, estabilização, regulação e decisão clínica.

Classificação de Risco e Acolhimento

Ordena a porta de entrada por gravidade e apoia a priorização clínica.

ChegadaAcolhimentoClassificaçãoConduta

Observação Clínica, Pediátrica e Obstétrica

Define permanência, reavaliação, evolução, alta, internação ou transferência.

AdmissãoMonitoramentoReavaliaçãoDesfecho

Sala de Estabilização / Sala Vermelha

Organiza resposta rápida, equipe mínima, equipamentos críticos, checklist e regulação.

EmergênciaEstabilizaçãoChecklistRegulação
VermelhoEmergênciaAtendimento imediato
LaranjaMuito urgenteAté 10 minutos
AmareloUrgenteAté 60 minutos
VerdePouco urgenteAté 120 minutos
AzulNão urgenteAté 240 minutos

Volume V

Programa Turismo Seguro em Saúde e Carteira de Captação de Recursos

Estratégia técnica para captação de recursos, emendas parlamentares, convênios, parcerias e institucionalização do turismo seguro em saúde.

O Volume V transforma as necessidades identificadas nos volumes anteriores em uma carteira de projetos financiáveis, com linguagem adequada para apresentação institucional, solicitação de emendas parlamentares, pactuação com Estado e União, parcerias formais e eventual criação de lei municipal.

Diretriz Estratégica O Avança Hospital Canindé organiza a necessidade. O Programa Turismo Seguro em Saúde transforma essa necessidade em estratégia de captação, articulação e financiamento.
Turismo Seguro em SaúdeIntegra saúde, turismo, mobilidade, defesa civil e gestão hospitalar.
Carteira de Projetos FinanciáveisOrganiza projetos estruturados para emendas, convênios e parcerias.
Fontes de FinanciamentoMapeia emendas, FNS, SUS Digital, Estado, setor privado e recuperação de produção.
Observatório da População FlutuanteMonitora origem, condição do usuário, agravos, desfechos e impacto assistencial.
Modelos InstitucionaisReúne minuta, ofício, linhas de financiamento, matriz e checklist.
Minuta de Lei MunicipalBase para institucionalização do Programa Municipal Turismo Seguro em Saúde.

Justificativa Territorial

Pressão assistencial ampliada pela população flutuante

Canindé de São Francisco possui posição estratégica, circulação interestadual, turismo nos Cânions de Xingó, turismo náutico, eventos, visitantes, trabalhadores temporários e população flutuante. Esse cenário aumenta a pressão sobre a porta de urgência hospitalar e exige resposta assistencial proporcional.

Turismo náutico e Cânions de XingóFluxo turístico com potencial de agravos, acidentes e demanda inesperada.
Eventos e alta temporadaPicos de circulação exigem escala, estoque e plano assistencial.
Mobilidade interestadualCirculação regional amplia atendimentos de pessoas não residentes.
Trabalhadores temporáriosAtividades sazonais demandam vigilância, assistência e registro.
Porta hospitalar 24hUrgência municipal como ponto permanente de resposta assistencial.
Transferência seguraRegulação, checklist, transporte e comunicação entre pontos de atenção.
Canindé está investindo para receber mais pessoas. O Hospital Municipal precisa estar preparado para proteger essas pessoas, com resposta assistencial proporcional, dados, protocolos e fontes de financiamento.

Programa Turismo Seguro em Saúde

Integração entre saúde, turismo, mobilidade e resposta hospitalar

O Programa Turismo Seguro em Saúde é proposto como instrumento municipal de integração entre saúde, turismo, mobilidade, defesa civil, segurança pública, desenvolvimento econômico e gestão hospitalar.

Objetivo Geral

Estruturar o Programa Turismo Seguro em Saúde como linha estratégica de captação de recursos e fortalecimento do Hospital Municipal Haydée Carvalho Leite Santos, com foco em urgência segura, estabilização, observação, diagnóstico inicial, transporte sanitário, saúde digital e monitoramento da população flutuante.

Carteira financiávelOrganizar projetos com objeto, metas, impacto e documentação.
Estabilização e trauma leveFortalecer resposta inicial a casos graves e acidentes.
Diagnóstico básico 24hImplantar ou pactuar exames críticos para decisão médica.
Observação seguraQualificar observação clínica, pediátrica e obstétrica.
Transferência seguraAprimorar transporte sanitário, checklist e regulação.
Saúde digitalImplantar painel, registros e integração com produção SUS.
ObservatórioMonitorar população flutuante e mobilidade assistencial.
Minuta de leiSubsidiar institucionalização municipal do programa.
Resposta rápida hospitalar.
Plano assistencial para feriados, eventos e alta temporada.
Integração Saúde, Turismo, Defesa Civil, SAMU e segurança pública.
Observatório da População Flutuante.
Carteira permanente de projetos financiáveis.
Relatórios periódicos de impacto assistencial.

Captação de Recursos

Carteira de projetos financiáveis

Projetos estruturados para solicitação de emendas parlamentares, FNS, SUS Digital, Estado, convênios e parcerias.

01

Sala de Estabilização e Trauma Leve

Resposta imediata a casos graves, acidentes, eventos e fluxo turístico.

Monitor, desfibrilador, carro de emergência, bombas, ECG, aspirador, oxigênio, maca, ventilador de transporte e imobilização.
02

Laboratório de Urgência 24h

Exames críticos para decisão médica segura.

Hemograma, eletrólitos, função renal, troponina, beta-HCG, urina, testes rápidos, gasometria ou modelo pactuado.
03

Observação Clínica, Pediátrica e Obstétrica

Permanência de curta duração com reavaliação e desfecho formal.

Macas, leitos, berços, poltronas, oxímetros, divisórias, sonar fetal, mobiliário e protocolos.
04

Hospital Digital e Faturamento SUS

Redução de sub-registro, glosas e perda de informação.

Recepção, triagem, prontuário, fila, farmácia, leitos, transferências, BPA/AIH, painéis e auditoria.
05

Ambulância e Transferência Segura

Fortalecimento do transporte sanitário e da transferência regulada.

Ambulância equipada, kit de transporte, checklist, comunicação com regulação e equipe acompanhante.
06

Observatório da População Flutuante

Monitoramento da demanda turística, visitantes e população não residente.

Campos no sistema, painel, relatórios, origem do paciente, local da ocorrência e desfecho.
07

Núcleo de Resposta a Eventos e Turismo

Plano assistencial para alta temporada, feriados e eventos.

Contingência, escala reforçada, estoque crítico e comunicação entre Saúde, Turismo, Defesa Civil e SAMU.
08

Escritório de Captação da Saúde

Acompanhamento contínuo de editais, emendas, FNS, Transferegov e prestação de contas.

Monitoramento, instrução processual, evidências, prazos, propostas e execução.

Fontes Potenciais

Linhas de financiamento e articulação institucional

Emendas parlamentares
Fundo Nacional de Saúde
Novo PAC Saúde
SUS Digital
Governo do Estado de Sergipe
Fundo Municipal de Saúde
BNDES/FIIS e linhas estruturantes
Setor privado e turismo
Recuperação de produção SUS e redução de glosas

Modelo Técnico para Emendas

O pedido de emenda deve ser vinculado a problema público, unidade beneficiária, metas, impacto e documentação técnica.

Objeto Justificativa Público beneficiário Resultado esperado Indicadores Documentos anexos

Modelo de Ofício para Emenda Parlamentar

Solicitação de emenda parlamentar para fortalecimento do Hospital Municipal Haydée Carvalho Leite Santos

Unidade beneficiária
Hospital Municipal Haydée Carvalho Leite Santos - CNES 2658542.
Objeto
Sala de Estabilização, Laboratório 24h, Hospital Digital, Ambulância ou Observação Segura.
Resultado esperado
Fortalecimento da urgência municipal, segurança assistencial e suporte ao turismo seguro.

Instrumentos Práticos

Modelos Institucionais para Captação e Articulação

Instrumentos práticos para apoiar solicitação de emendas parlamentares, pactuação institucional, captação de recursos e formalização de parcerias.

Minuta de Lei Municipal

Texto-base para análise jurídica e institucionalização do Programa Municipal Turismo Seguro em Saúde.

Modelo de Ofício para Emenda Parlamentar

Instrumento-base para solicitação de apoio parlamentar ao fortalecimento do Hospital Municipal.

Modelo de Linha de Financiamento

Referência para organizar fontes de recursos e projetos financiáveis do programa.

Matriz de Articulação Institucional

Mapa de atores estratégicos para implantação, pactuação e captação de recursos.

Checklist para Solicitação de Emenda

Itens mínimos para evitar pedidos genéricos e fortalecer a defesa técnica da proposta.

Observatório da População Flutuante

Mobilidade assistencial e impacto do turismo sobre a porta hospitalar

O Observatório servirá para comprovar o impacto do turismo, da circulação interestadual e da população flutuante sobre o Hospital Municipal, apoiando planejamento, captação e pactuação.

Município de residênciaIdentificação da origem do paciente.
Condição do usuárioMorador, turista, visitante, trabalhador temporário ou pessoa em trânsito.
Local provável da ocorrênciaTerritório, evento, área turística ou circulação.
Tipo de agravoClassificação assistencial e natureza do atendimento.
DesfechoAlta, observação, internação, transferência ou regulação.
Ambulância e regulaçãoUso de transporte sanitário, comunicação e checklist.
Custo ou produção vinculadaRegistro assistencial, produção SUS e impacto financeiro.

Minuta de Lei Municipal

Minuta de Projeto de Lei - Programa Municipal Turismo Seguro em Saúde

Resumo executivo para apoiar a institucionalização do programa, sem reprodução integral da minuta legislativa.

  • Institui o Programa Municipal Turismo Seguro em Saúde.
  • Integra saúde, turismo, mobilidade, defesa civil, segurança pública e gestão hospitalar.
  • Cria o Observatório da População Flutuante e da Mobilidade Assistencial.
  • Autoriza convênios, parcerias, termos de cooperação, doações formalizadas e captação de recursos.
  • Permite financiamento por Fundo Municipal de Saúde, transferências, emendas, convênios e fontes legalmente admitidas.

Painel de Indicadores

Monitoramento institucional e captação de recursos

Indicadores assistenciais, financeiros, operacionais e de mobilidade para orientar decisão e prestação de contas.

CNES2658542
Leitos SUS cadastrados20
Profissionais cadastrados223
Demanda estimada300 atendimentos/dia
Teto MAC anualR$ 2.679.299,12
Custo hospitalar mensal estimadoR$ 1.540.000,00
Concentração no orçamento da saúde38,9%
Pacientes não residentesPercentual de pacientes não residentes.
Turismo e eventosAtendimentos relacionados a eventos, turismo ou áreas de circulação.
Checklist completoTransferências com checklist completo.
Produção e glosasProdução SUS registrada e glosas.
Estoque críticoRuptura de estoque crítico.
Emendas aprovadasEmendas e propostas apresentadas e aprovadas.
Relatórios publicadosRelatórios do Observatório publicados.

Plano de Implantação

Linha do tempo institucional

Fases progressivas dos volumes I a IV e implantação específica do Volume V.

Fase 0Comando de Crise0 a 72 horas
Fase 1Diagnóstico Institucional15 a 30 dias
Fase 2Redesenho dos Fluxos15 a 30 dias
Fase 3Protocolos Prioritários30 a 60 dias
Fase 4Indicadores e Painel30 a 90 dias
Fase 5Informatização Progressiva60 a 180 dias

Implantação do Volume V

Captação, observatório e institucionalização

Fase 1 - 0 a 30 dias

Validar o Volume V, definir responsáveis e selecionar projetos prioritários para emendas.

Produto: Carteira priorizada e ata de encaminhamento.
Fase 2 - 30 a 60 dias

Levantar orçamentos, atualizar CNES, confirmar dados financeiros, produção SUS e demanda assistencial.

Produto: Dossiê de evidências para captação.
Fase 3 - 60 a 90 dias

Protocolar solicitações de emendas, Estado, FNS, SUS Digital e parcerias.

Produto: Primeiro pacote de propostas enviadas.
Fase 4 - 90 a 180 dias

Implantar Observatório da População Flutuante e plano de resposta a eventos.

Produto: Relatório trimestral de mobilidade assistencial.
Fase 5 - 6 a 12 meses

Executar projetos captados e consolidar lei municipal ou decreto do programa.

Produto: Programa institucionalizado e carteira anual de captação.

Governança do Volume V

Responsabilidades institucionais

A execução do Volume V depende de articulação formal entre gestão municipal, rede assistencial, turismo, controle social e instâncias de apoio.

Gabinete do Prefeito

Responsabilidade: garantir apoio político, prioridade administrativa, articulação institucional superior e sustentação estratégica para a carteira de captação e implantação do programa.

Secretaria Municipal de Saúde

Responsabilidade: exercer a gestão municipal da política de saúde, acompanhar a execução dos projetos, oferecer suporte institucional, administrativo, orçamentário e técnico à implantação, articular o Fundo Municipal de Saúde, FNS, CNES, produção SUS, pactuações estaduais, instrumentos de financiamento, controle administrativo e demais providências necessárias à viabilização das ações.

Direção Hospitalar

Responsabilidade: coordenar a execução técnica das ações no âmbito hospitalar, organizar fluxos internos, implantar protocolos, supervisionar rotinas assistenciais, indicar necessidades prioritárias da unidade, produzir dados assistenciais, acompanhar a execução dos projetos dentro do hospital e gerar evidências para captação, monitoramento, auditoria e tomada de decisão.

Secretaria Municipal de Turismo

Responsabilidade: integrar dados turísticos, calendário de eventos, fluxo de visitantes, operadores turísticos, rede hoteleira e ações de destino seguro, contribuindo para o planejamento intersetorial do Programa Turismo Seguro em Saúde.

Defesa Civil, SAMU e Segurança Pública

Responsabilidade: participar do plano de contingência para eventos, alta temporada, turismo náutico, emergências, grandes fluxos de pessoas, resposta pré-hospitalar, regulação e segurança operacional.

Câmara Municipal

Responsabilidade: apreciar projeto de lei, apoiar a institucionalização do programa, articular emendas parlamentares, acompanhar a execução das ações e fiscalizar os resultados dentro de suas competências legais.

Controle Social

Responsabilidade: acompanhar a execução do programa, a aplicação dos recursos e os resultados alcançados, observadas as competências dos conselhos e a legislação do SUS.

Parlamentares e Bancadas

Responsabilidade: apoiar a destinação de emendas parlamentares, articulação com ministérios, Governo do Estado, programas federais e demais fontes de financiamento.

Governo do Estado

Responsabilidade: apoiar cofinanciamento, regulação, transporte sanitário, laboratório, equipamentos, pactuação regional e integração da rede de urgência.

Canindé de São Francisco - SE, 2026.

Erick José Gomes da Silva

Responsável pela Elaboração Técnica

Gestor Público | Auditoria em Saúde | Gestão Hospitalar | Tecnologia em Saúde